Vícios de expressão.

“Ahnnnnn”, “tipo assim”, “éééééeé”, “né?”…

Os vícios de expressão podem ocorrer de forma totalmente inconsciente durante nossa comunicação e nem percebemos isto. Este é um recurso que nossa mente utiliza para concatenar dois pensamentos enquanto falamos, ou seja é o tempo para sistematizar a ideia que queremos passar. Da mesma forma, quando alongamos uma palavra o objetivo é o mesmo: ganhar tempo para o cérebro decidir o que falaremos na sequência.

Há também os vícios de expressão vinculados a questões culturais como por o exemplo o “meu” do paulistano, o “entende”, “veja bem” etc..

Quando há o excesso de vícios de expressão durante a comunicação certamente as pessoas que estão nos ouvindo irão se desinteressar pela nossa mensagem e o pior é que passaremos a impressão de que estamos “enrolando” pois não conhecemos aquele assunto. A falta de credibilidade é o pior estigma que podemos ter.

Como corrigir isso? É muito simples pois todos nós temos em nosso bolso a ferramenta necessária para identificar nossas falhas comunicacionais: o celular. Sempre digo aos meus alunos para explanarem um assunto qualquer diante da câmera do celular, depois é só assistir atentamente o vídeo gravado para notarmos erros que nem imaginamos que cometemos. Outra dica é substituir os vícios por pausas caso seja necessário um tempo maior para lapidar uma frase ou ideia transmitida.

A comunicação é a ferramenta que move o mundo, quanto mais a aperfeiçoamos, mais próximos estamos de alcançar os nossos objetivos.

Até a próxima!

Rodrigo Pedrotti

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